Adaptabilidade ou Corruptibilidade
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Adaptabilidade
Adaptabilidade ou Corruptibilidade
terça-feira, 12 de junho de 2012
informação, comunicação.
Reflexão
"Corruptos, estupram a lei, depois buscam o direito constitucional, para se protegerem de suas patifarias, sob a saia da dita, e o povo fica com a herança deste mal" Maxel
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Escrever é como um rio.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
DESFILAMENTO
Elvio Antunes de Arruda
Desfilando palavras,
uma a uma, vejo bela paisagem
diante de meus olhos.
Filas de letras, que atraem e distraem.
Não me traem, trazem.
Palavras perfiladas, aportuguesadas.
Leis gramaticais, verbos, substantivos...
Mais, muito mais.
Me vejo dentro do livro.
Leio. Releio.
Pelo filamento das letras,
neste desfiladeiro de
imaginação induzido e seduzido por elas
vou me escrevendo.
Com a oração, aqueço o coração
com frases, às fases.
Desentendo com algumas,
descompreendo outras,
na faina de aprender,
na ânsia de buscar
Prezo a umas, desprezo outras.
Não as represo, na correnteza
do aprender esmero
pela satisfação de a elas,
ler.
(Elanklever)
domingo, 15 de janeiro de 2012
Introversão
domingo, 25 de dezembro de 2011
Pérolas de Elanklever
domingo, 4 de dezembro de 2011
Se leio, logo penso ! Elanklever
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Poder !
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Conceitos agridem - Elanklever
domingo, 10 de julho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
Uma frase !
sábado, 23 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Perdão !
Esta frase nos oferece o pensador Elanklever:
segunda-feira, 28 de março de 2011
Uma reflexão, uma frase !
quinta-feira, 17 de março de 2011
Misérias emocionais
terça-feira, 1 de março de 2011
Livros que li
"Os melhor livros que já li, foram aqueles em que me ensinaram a ler, os outros apenas complementariam este aprendizado: mas, nem sempre"
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domingo, 13 de fevereiro de 2011
DEFINIÇÕES REFLEXIVAS:
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Conhecimento ?
Era do conhecimento ou já era.
O ser humano sempre viveu na era do conhecimento, a função mental do ser humano, a diferença do ser humano dos animais é o conhecimento, ou o vazio, determinado pela falta do mesmo, não é por ser racional, pois o ser tem cometido cada irracionalidade que envergonha muitos irracionais.
O ser humano “ alguns ou muitos” são autodestrutivo e cínicos, quanta racionalidade !
Penso que devido ao grande leque de informações hoje disponível; quantos ao invés de ir buscá-lo, apenas quer fugir do mesmo, pois acompanhado do conhecer, vem a responsabilidade do desconhecer, do aprender do evoluir.
O que é informação? O que é conhecimento? Bem; informações são dados - códigos decifráveis -factuais, opinativos ou apenas noticias (comunicação = comum) dos acontecimentos (comprovado ou não) e conhecimento como já conhecido aos quatro cantos.
“É a capacidade adquirida por alguém de interpretar um conjunto de informações, (cientificas ou empíricas) criadas a partir de relação que se estabelece sobre o conjunto, e desse conjunto de informações, vai se acrescentando experiência e aplicações dos mesmos”, deduzindo e induzindo a estruturação dos valores intrínsecos e extrínsecos.
Aí fico a pensar: A ilimitada vazão das informações, do conhecimento, enfim toda essa gama de conhecimento obtido. Será que os pilares do conhecimento tem levado o ser humano a realização pessoal?
O acúmulo do conhecimento tem melhorado, tem qualificado o ser humano a portar-se melhor? Julgo bem lógico que sim, o conhecimento como ferramenta, como instrumento de auto melhoramento sim.
Agora também usado distorcidamente para lucros financeiros, para maquiar egos, para compra e venda dos mesmos como mercadoria de sucesso, ou progresso. Tudo bem tudo tem limites, mas pouco se fala ainda da sabedoria.
O que seria sabedoria? “Sobre os pilares do conhecimento, temos que construir pontes, cuja função é encontrarmos e posicionarmos nas pistas da sabedoria prática”
Penso eu que sabedoria: é justamente encontrar a aplicabilidade do conhecimento de forma objetiva, conclutiva de forma a ter percepção intima da construção interior e envolvimento na construção da coletividade integral. Desenvolvimento de objetivos claros na condução humana, o caráter, virtudes, qualidades, bom senso, critica objetiva, será ?
“Informação + reflexão + conhecimento + equalização + sabedoria + espiritualidade. = aplicabilidade” Elvio Arruda
“A memória cheia de conhecimento pode tornar-se apenas depósito de sucatas mentais” Elanklever
“Autoajuda? Português, matemática, ecologia, biologia,... todos livros são autoajuda, embora alguns possam se atrapalhar até consigo mesmo”
terça-feira, 22 de junho de 2010
Pensar é bom !!
Algumas frases do pensador Elanklever
"Quantos seres humanos vazios em si, buscam pelo piór dos outros para sentirem-se satisfeitos, porém nunca felizes" Elanklever
"Sirva e logo as pessoas sentir-se-ão donas do servo" Elanklever
"Nunca vi algum ladrão dizer: encontrei um honesto, pois é nulo de referência" Elanklever
"Concordamos com quem nos apóie sem pensar, que ambos possam estar errados" Elanklever
"Mudança, a unica coisa que para sempre permanece" Elanklever
"Semente, uma esperança esperando oportunidade" Elanklever
" O sábio tem as rédeas do seu burro, porém o tolo coloca em si e se acha" Elanklever
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Pensar faz refletir !!!
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Na ótica do Leitor
Livro Definições Reflexivas - Grandes Detalhes.
Lançamento na Feira Nacional do Livro em Ribeirão Preto - 2008
Ação reflexiva - Elanklever

domingo, 13 de setembro de 2009
CONVEM LER ?
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Temos de criar fome pela leitura; fazer amizade com o conhecimento; desejar, ardentemente, buscar valores que complementem a necessidade dentro do metabolismo – como a carência alimentar – fazendo com que o sangue venha a estar impregnado, estar a desenvolver o instinto de busca no mundo das idéias, informação e conhecimento.
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Existem leituras diversas. Aquelas que formam e informam o profissional; satisfazem curiosidades; capacitam a cultivar relacionamentos; a buscar o autoencontro; interagir melhor na sociedade.
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Paulo, como o apóstolo de Jesus, oferece base para desenvolver censo crítico, mais estruturado e autônomo, ao dizer que: “todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma”. (1Co 6:12)
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Em outros tempos, a busca por informação e conhecimento era transmitida através da oralidade, dentro da própria família, núcleos diversos e pessoas que manifestavam aptidão para o ensino, uma vez que poucos tinham acesso à escrita e a leitura
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Hoje com a extensa editoração e impressão de livros, jornais, revistas, apenas o ouvir já não é mais uma forma muito utilista, visto que a escrita está amplamente divulgada em diversos meios e veículos de comunicação.
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A internet abreviou o tempo de acesso a imensa gama de informação disponibilizada, diariamente, ao internauta, obrigando-o a desenvolver o senso seletivo, a fim de levá-lo ao discernimento do útil, porque “o fato de estar lendo um livro, diz mais sobre o leitor do que a respeito do autor”, como oferece Rick Warren em seu livro “Liderança com propósitos”, ao que complementa a escritora Roseane Murray: “o bom leitor percebe a teia da aranha, porém não cai dentro dela”.
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Liberdade nada mais é do que a capacidade em pensar o que se quer – e muitas vezes, até o que não se deseja – porém, falar e escrever exige um leque de reflexão, ao interlocutor e autor e, nem sempre, é julgado tão útil na extensão, o quanto se possa imaginar, uma vez que “a cada leitor o seu livro” e “a cada livro o seu leitor”, segundo duas das “Cinco Leis da Biblioteconomia” de Ranganathan, bibliotecário hindu, no início da década de 1920.
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Se o livro é uma janela de possibilidade, útil ou não, cabe ao leitor julgar e interagir com o autor, ampliando seu olhar a novos horizontes, posto que “alguns têm seu ponto de vista, outros a vista além do ponto”, como exorta o pensador Elanklever em seu livro “Definições Reflexivas.
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O sábio rei Salomão oferece uma frase reflexiva, ao dizer: “porque da janela da minha casa por minhas grades olhando eu...” (Provérbio 7:6). Ao assim se manifestar, imagina-se que, apesar de muito conhecimento e esclarecimento, sempre haverá grades que podem deixar pontos cegos no leque do campo visual; sim, da visão mental chamada “entendimento”, porém o entendimento é base para levar ao atendimento, a mudança, a ação, a ressignificação, otimização, aplicação estrutural e dinamização dos valores adquiridos.
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Escrito há mais de dois mil anos atrás, o pensador oferece máximas como legado de bom senso, ao manifestar: ”vedes aqui, isto achei..., conferindo uma cousa com a outra para se encontrar a causa”. (Ec 7:27). Ademais “pega-te a correção e não a largues, guarda-a, porque ela é tua vida”. (Pr 4;13)
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Muitos podem pensar; o que é correção? Castigo, opressão, privação ou mesmo agressão física. Porém ao dizer “pega-te”, imagina-se que seja auto senso da noção dos valores que se aprendem, ainda mais em uma sociedade que fornece milhares de correções que precisamos estar atendo e fazer as mesmas serem aplicadas no dia a dia.
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Infelizmente quantos e quantos que, por não atentarem às mensagens escritas e não fazerem leitura adequada, deixam um legado de dor, aflição de espírito, desencontros, ou outros históricos de conseqüências graves.
Porém, o sábio ainda orienta a refletir: “o coração do entendido adquire conhecimento, e o ouvido do sábio busca a ciência”. (Pr 18:.15)
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(Nota: Citações extraídas da Bíblia - edição revista e corrigida João Ferreira de Almeida)
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
O ATO DE ESCREVER: O fluir e o tecer do texto.
O ATO DE ESCREVER: o fluir das ideias e o tecer do texto
Julgara que a obra fluísse sem esforços bruscos. Como que uma inspiração, as palavras bailavam no ar e deitavam suavemente no papel, que as acolhia como gotas de orvalho nas folhas, ávidas pelo seu ósculo. Mal pudera supor quantas páginas jogadas no cesto de lixo; quantas palavras deletadas no computador; quantas leituras; quantas releituras e, mesmo assim, o autor nem sempre se sente satisfeito com sua obra – quer sempre mais.
Em poucas palavras, Lygia Fagundes Telles expressa bem à dor do escritor: “Ler, ler, ler. Escrever, escrever, escrever e rasgar muito. Eu rasguei muito”. E Voltaire complementa que “escrever é a arte de cortar palavras”.
Assim, embasada nas palavras, temos sim que ler muito, escrever na mesma proporção; cortar palavras, revisar o texto tantas vezes forem necessárias, não se intimidar em fazer alterações; jogar fora expressões que pareciam coerentes naquele momento, mas que, em outro, já não faz sentido. Creio ser o caminho efetuado pela maioria dos escritores.
(pequena parte do texto “O ATO DE ESCREVER: o fluir das ideias e o tecer do texto” da
bibliotecária e escritora Inajá Martins de Almeida)
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quarta-feira, 2 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
QUAL O VALOR DE UM LIVRO ?
ERA DO CONHECIMENTO !
Quanto você teria coragem de pagar por um LIVRO ?
Na era da informação o conhecimento é ferramenta que dura uma vida,
ou mais.
Bem...Quanto você teria coragem de pagar por algo que se consome ?
Seria loucura pagar R$100,00 por um livro ? Ou até quem sabe, seria muito...R$9,99.
Quanto vale nossa cabeça ? Menos que o estômago ?. Como se diz: Informação passa conhecimento fica, portanto invista.
Antes de tudo: conscientizar-se e, fazer amizade com o conhecimento.
Abra !!!
quinta-feira, 17 de julho de 2008
sexta-feira, 11 de julho de 2008
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Seu Cérebro é Fantástico.
Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5. VC É DEMAIS!!!!!!!!!!!
rec. por e-mail - desconh. fonte
segunda-feira, 7 de julho de 2008
domingo, 6 de julho de 2008
SOU AVÔ... QUE DELÍCIA! - Bueno
Não havia passado pela minha cabeça um dia ser avô, dois filhos solteiros em casa, nenhum casamento à vista... Eis que, um belo dia, meu filho mais velho e a namorada chegam em casa (namoravam havia quatro anos e hoje somam 16 anos juntos) e me dão a notícia de que eu seria avô. Levei um tranco, fiquei estático por segundos, depois cai na real... Acontece com tanta gente, e então chegou a minha vez. Virei avô com 48 anos e, na minha concepção, teria que ter um pouco mais de idade para tanto. Confesso que não estava preparado para essa nova função em minha vida, e me perguntava: “Será que vou saber ser avô???” A missão de pai creio ter cumprido como aprendi com o meu, mas ser avô? Não aprendi a ser avô, nunca pronunciei a palavra vovô, não tive avô. Quando nasci eles já tinham partido, e decidi ser avô do meu jeito. Passei a observar a dedicação dos avós para com seus netos. Deus faz as coisas com muita sabedoria, e descobri que avós têm amor de sobra para oferecer ao neto, além de ter mais tempo hoje do que quando era somente pai. Faltavam ainda cinco meses para a chegada do neném. Nessa longa espera, ficava a imaginar como ele seria. Peguei meu violão e comecei a compor uma linda música que coloquei o nome de Gente Nova, cuja letra escrevo aqui alguns versos: “... Tá chegando gente nova, em um lar cheio de amor/ Como serão seus cabelos, e os olhinhos de que cor?/ Vejo roupinhas penduradas no varal, sinto cheiro de bebê no ar/ Gente nova tá chegando pra enfeitar todo meu lar.”E ele chegou, provocando mudanças no meu lar. Afinal, tudo era para ele. Não contive a emoção quando o tive nos braços pela primeira vez. Quando sua frágil mãozinha segurava um dedo meu, lhe dando a certeza de se sentir seguro no colo do avô, e ficava ali na maior corujice, embalando aquele pingo de gente, sabendo que naquele pequenino ser havia um pouquinho de mim. O tempo voava e ao ver seus primeiros passos, tratei logo de comprar uma bola. Ele foi crescendo, lhe ensinei o linguajar dos boleiros como “jogar de calcanhar”, “tocar de letra”, “bater de três dedos”, “chutar por cobertura”... Até hoje ouço ele falar o que comigo aprendeu. Quando ouvi sua voz falar “vovô”, percebi que era hora de preparar um repertório de histórias para povoar sua cabecinha de causos. E o interessante era repetir, a pedido dele, algumas histórias que ele gostava. Quando omitia sem querer uma palavra, ele logo me corrigia: “Vovô (que delícia ouvi-lo me chamar assim), você esqueceu aquele pedaço...” E eu, na maior inocência, invadia seus sonhos e repetia tudo com a maior paciência.Procurei desfrutar o máximo sua fase infantil. Em sua primeira vez no mar, eu estava junto, assim como em sua primeira ida ao campo de futebol, em que ele não estava nem ai para o jogo, só queria saber da pipoca, sorvete e outras guloseimas. Se eu pudesse parar o tempo, o conservaria com idade até cinco anos para ser criança com ele. Mas a vida voou e lá se foram doze anos, ele já não brinca mais comigo, nem corre mais no meu quintal, tem hoje seus amiguinhos da escola, muitos afazeres... E me conformo, é a vida. Quero que ele conte para seus amigos que tem um avô parceiro, quero que ele voe alto, o mais alto que puder, quero que ele seja do tamanho de seus sonhos, que cruze mares e oceanos sabendo que aqui tem um porto seguro para ancorar seu navio, dentro do coração do avô. Você que ainda não é avô, se prepare para viver grandes emoções. E não é difícil ser um bom avô, basta ter amor... amor... muito amor.
sábado, 5 de julho de 2008
Do Livro: Flores de Meu Jardim - Elisa Alderani

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Quando o deserto da solidão me invade
Os pensamentos vagam como nuvens
Empoeiradas pelas lembranças...
Perdidos, na areia branca da praia
Milhões de porquês
Enchem todo o vazio.
No vai e vem das ondas
Voltam as emoções perdidas.....
Sem respostas
Pelo amanhã da vida!
LA LUCE - Tradução poética

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Autore: Afredo Rossetti
Mi piaci quando vieni dolcemente, senza fretta.
Vieni trasparente come le lacrime. Vieni con l’ebrezza del mattino
completamente sveglia. A me piaci così,
col corpo e l’anima leggeri, foglia che vola col vento. Mi piaci
quando passi attraversando il cielo tra le bianche nuvole,
sento che arrivi con il giorno.
Mi piaci quando sei per me un’incognita
senza avvisami, senza parole che impongono
le mani, un nulla, vuota senza pelle, fiore che non fa arrosire il cuore.
Mi piaci quando vieni allegra, un talismano che
rinfresca seminando i raggi del suo proprio sole,
non mi scuoti con la tua calorosa maniera di spiarmi.
Sei cosi, come il nulla, non usi la voce, poema senza
chiave, nuovo cammino. Quando vieni,
non sento il bisogno di niente, neppure di me.
Tradução Poética p/Italiano pela escritora - Elisa Alderani
Ribeirão Preto, 30 de julho de 2008
segunda-feira, 30 de junho de 2008
COLHEITA DOS VENTOS É NOTÍCIA !
O POETA DA FEIRA.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
sábado, 21 de junho de 2008
FEIRA DO LIVRO 2009 CONVOCA PATRONO
Transcrevemos notícia postada por Galeno Amorim em seu Blog
http://blogdogaleno.blog.uol.com.br/
Um convite muito especial só para registro: a Fundação Feira do Livro acaba de me convocar para ser o patrono da 9ª Feira Nacional do Livro, que acontecerá em Ribeirão Preto (SP) em junho de 2009. É, evidentemente, uma honra ocupar o posto, onde já estiveram autores da cidade (e que brilham nacionalmente) como Menalton Braff, Melhem Adas, Luiz Puntel, Isaías Pessotti, Lucília Junqueira de Almeida Prado, Edward Lopes e, mais recentemente, o ex-ministro Saulo Ramos, há meses nas listas dos livros mais vendidos no país. Em retribuição à gentileza, começo a colocar em prática, nos próximos dias, um calendário de atividades para os próximos 12 meses. Ele inclui visita às 80 bibliotecas abertas a partir de 2001 (quando fui secretário municipal de Cultura), percorrer escolas, clubes de serviços e os bairros para palestras sobre o papel da leitura e, ainda, falar semanalmente no rádio, jornal, revista e tevê sobre o tema. E algumas outras ações para ajudar a semear os livros pela cidade, que já lê, em média, 9,7 livros por habitante/ano.
terça-feira, 17 de junho de 2008
Homenagem a 8ª FEIRA DO LIVRO - 2008

Regue a palavra para produzir flores,
Frutos e sementes.
Regre a palavra,
Para que não murchem os rebentos.
Carregue e leve a palavra
Para o encanto dos atentos.
Fale...
Declame...
Cante...
Nem que seja palavra ao vento.
Pelo vento as sementes viajam,
Encontram mentes férteis, sedentas.
Leve a palavra,
Ensine a leitura.
Que a palavra escrita,
Não fique restrita.
Não permita o esquecimento.
Leve a palavra,
Nem que seja palavra ao vento.
Leve a palavra.
Escreva...
Leia...
Nem que seja palavra ao vento.
Livros...
Palavra escrita.
Não permitam o esquecimento.
Sementes adormecidas,
Acordem...
Despertem palavras vivas,
Que criem fortes raízes
Que mesmo na tempestade
Acalmem
E alimentem almas.
Elanklever
16/6/2008
ARADO - por Rodrigo Capella
Arado
Em constante harmonia,
o sol se encontra com a lua,
o mar se derrete na areia,
você me desdenha.
O triunfo a toda vista,
perpétua a solidão,
ao retorno da dor,
risco, seu traço incolor.
Corres, a vida breve,
cultuas, o sonho encantado,
contes, detalhes avessos,
pedra, um bem Arado.
Rodrigo Capella é escritor e poeta. Autor de vários livros, entre eles “Transroca, o navio proibido”, que está sendo adaptado para o cinema pelo diretor Ricardo Zimmer.
link: escritores
segunda-feira, 16 de junho de 2008
FLAGRANTE NO ESTANDE - AUTORES LOCAIS - Uma grande leitora
Da amizade com o livro,
vem a amizade com o conhecimento.
Antes do aprendizado
deve-se ensinar o sentido da amizade.
De amigo para amigo.
A leitura do mundo!
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Elanklever
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domingo, 15 de junho de 2008
SUCESSO TOTAL - AUTORES LOCAIS
Na 8ª FEIRA DO LIVRO DE RIBEIRÃO PRETO, o Estande dos Autores Locais e Região, coordenado pela atuante Escritora e Comunicadora Irene Coimbra - responsável pelo brilhantismo desse espaço - nunca esteve tão concorrido e visitado como neste ano (2008). Durante todo o dia, recitações de poemas, desde os autores, que no momento se fazem presentes, até mesmo visitantes, se envolvem no clima literário. Alunos das escolas e grupos voluntários, trazem a arte, através da música, dança e representações teatrais. A TV-Canal RP-9, Rádio Educativa 87.9 FM, com olhares atentos, não perdem o foco da feira e entrevistas são levadas ao ar a cada instante; personalidades públicas e do universo literário são uma constante, tudo em prol da estrela maior - o LIVRO - que este ano veio com mais de 150 autores de Ribeirão e região, e aproximadamente 500 títulos, com valoroso conteúdo literário, técnico e científico, capas e ilustrações criativas. Ademais, microfone aberto é ouvido pelos quatro cantos do maravilhoso espaço das praças XV e Carlos Gomes, onde o verde é recortado pelas enormes barracas brancas que, logo mais, deixarão saudades.
SINOPSE - Quem mexeu no meu bolso ?
Livro - " Quem mexeu no meu BOLSO ?"
No dia a dia, conseguir manter algum dinheiro no bolso é uma tarefa muito difícil para a maioria das pessoas. Existem tantos gastos, impostos e contas a pagar que o nosso bolso não fica só vazio, fica devendo! Será que é possível mudar esse quadro? Existem soluções para o bolso vazio? Este livro traz soluções simples, porém eficazes para acabar com o problema. Descubra quem anda mexendo no seu bolso e saiba como se defender com mais de cem dicas para economizar muito dinheiro!
Com certeza, as dicas contidas neste livro valerão pra toda a sua vida !
Autor (LOCAL) - Cláudio Muzel
link página autor.


















